Criaturas Pobres: Pesquisa e seus efeitos em escala (humana)
DOI:
https://doi.org/10.19137/praxiseducativa-2026-300205Palavras-chave:
pesquisa; ontoepistemas; afiliações; impactos/efeitos; deviresResumo
Este artigo compartilha alguns dos desenvolvimentos no ser-fazer-saber da pesquisa em uma universidade pública argentina, a partir de posições que se entrelaçam com legados, por um lado, e com opções onto-epistêmicas mais recentes, por outro. Além de delinear relações e afiliações, concentra-se nessas influências "familiares" e busca documentar alguns movimentos que conseguiram alterar a distância entre a academia e a "realidade", tal como vivenciada pelas pessoas comuns. Recorre, assim, às forças vitais das perspectivas críticas e da virada decolonial nas promiscuidades incitadas pela/através da fenomenologia queer, dos neomaterialismos e dos pós-humanismos/humusidades, mas também às experiências que emergem dentro dos regimes de atenção que esses entrelaçamentos inauguram. Longe de fornecer receitas ou soluções padronizadas, este estudo visa manter viva a questão do valor (social) da pesquisa e das universidades no impacto sobre o presente, partindo da crença na pedagogia como a tecnologia preferencial para fomentar des/reeducações significativas.
Downloads
Referências
AHMED, S. (2019). Fenomenología queer: orientaciones, objetos, otros. Trad. Javier Sáez del Álamo. Ediciones Bellaterra
AHMED, S. (2020). La promesa de la felicidad. Una crítica cultural al imperativo de la alegría. Caja Negra.
ANGENOT, M. (2010). La era de las hegemonías dinámicas. Entrevista de Facundo García en Diario Página 12. Edición impresa 12/10/2010.
ANGENOT, M. (2012). El discurso social. Los límites históricos de lo pensable y lo decible. Siglo veintiuno.
BARAD, K. (2007). Meeting the universe halfway: Quantum physics and the entanglement of matter and meaning. Duke University Press
BARAD, K. (2023). Cuestión de Materia. Barcelona: Holobionte Ediciones.
BARAD, K. (2024). La performatividad queer de la naturaleza. CABA: hekht
BÉNARD CALVA, S. (2019). Autoetnografía. Una metodología cualitativa. Universidad Autónoma de Aguascalientes & El Colegio de San Luis, A.C.
BENNET, J. (2010). Vibrant Matter. A Political Ecology of Things. Duke University Press
BERLANT, L. (2020). El optimismo cruel. Trad. Hugo Salas. Caja Negra Editora.
BRAIDOTTI, R. (2015). Lo posthumano. Gedisa
CASTRO-GÓMEZ, S. (2001). Ciencias sociales, violencia epistémica y el problema de la “invención del otro”. En E. LANDER (comp.). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales: perspectivas latinoamericanas. Ciccus Ediciones
COOLE, D. & FROST, S. (2010). New Materialisms. Ontology, Agency, and Politics. Duke University Press
DELEUZE, G. & GUATTARI, F. (2020[1988]. Mil mesetas. Capitalismo y esquizofrenia. Pre-Textos
DELIGNY, F. (2015). Los vagabundos eficaces. Editorial UOC.
DENZIN, N. & GIARDINA, M. (2024). Qualitative Inquiry in Transition—Past, Presents, & Futures. A Critical Reader. Routledge.
DENZIN, N. (2017). Critical Qualitative Inquiry. Qualitative Inquiry, Vol. 23 (1) 8-16.
DENZIN, N. (2018). Performance, Hermeneutics, Interpretation. The SAGE Handbook of Qualitative Data Collection, SAGE Publications Ltd. 200-216.
DESPRET, V. (2022). Habitar como un pájaro: modos de hacer y de pensar los territorios. Cactus.
ESCOBAR, A., OSTERWEIL, M. Y SHARMA, K. (2024). Relacionalidad. Una política emergente de la vida más allá de lo humano. Tinta Limón.
FOUCAULT, M. (2013 [1969]). La arqueología del saber. Siglo Veintiuno Editores.
FREIRE, P. (1975 [1969]). Pedagogía del oprimido. Siglo XXI.
GALCERÁN HUGUET, M. (2010). Límites y paradojas de los universales eurocéntricos. Cairo, H. & R. Grosfoguel (et al.) Descolonizar la modernidad, descolonizar Europa: un diálogo Europa-América Latina. IEPALA.
GIRALDO, O. F. & TORO, I. (2020). Sensibilidad ambiental. Sensibilidad, empatía, estéticas del habitar. Universidad Veracruzana.
GROSFOGUEL, R. & CAIRO, H. (2010). Descolonizar los sueños de la Razón para dejar de producir monstruos. Cairo, H. & R. Grosfoguel (et al.) Descolonizar la modernidad, descolonizar Europa: un diálogo Europa-América Latina. Madrid: IEPALA.
HARAWAY, D. (2004). Testigo_Modesto@ Segundo_Milenio. HombreHembra©_ Conoce_Oncorratón®: Feminismo y tecnociencia. UOC. Colección Nuevas Tecnologías y Sociedad.
HARAWAY, D. (2019). Seguir con el problema. Generar parentesco en el Chthuluceno. Consonni.
LYOTARD, J. F. (1979). The Postmoden Condition. A report on knowledge. University of Minnesota Press.
MIGNOLO, W. (1999). Colonialidad del poder y diferencia colonial, Anuario Mariateguiano, IX/10.
MIGNOLO, W. (2007). El pensamiento decolonial: desprendimiento y apertura. El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Instituto Pensar/IESCO.
NOGUERA, P., RAMÍREZ, L. Y ECHEVERRY, S. (2004). Metodoestesis: los caminos del sentir en los saberes de la tierra. Una aventura geo-epistémica en clave sur. Revista de investigación agraria y ambiental (Número especial), 73-90.
NORDSTROM, S. (2018). Antimethodology: Postqualitative Generative Conventions. Qualitative Inquiry Vol. 24 (3) 215-226.
NORDSTROM, S. N. (2024). Inquiry as Resonance: Wiry Workings of Failure and Patience. Qualitative Inquiry, 31(10), 936-945. https://doi.org/10.1177/10778004241288599 (Original work published 2025)
Porta, L. (org) (2020). La expansión biográfica en educación. Colección: Narrativas, Autobiografías y Educación. Universidad de Buenos Aires.
RIVERA CUSICANQUI, S. (2018). Un mundo ch’ixi es posible. Ensayos desde un presente en crisis. Tinta Limón.
ROLNIK, S. (2019). Esferas de la insurrección: Apuntes para descolonizar el inconsciente. Tinta Limón.
SPIVAK, G. (1985). ¿Puede el subalterno hablar? Revista Orbis Tertius, Año 6, No. 6. Trad. José Amícola.
ST. PIERRE, E. (2017). Haecceity: Laying Out a Plane for Post Qualitative Inquiry. Qualitative Inquiry, 23 (9), 686-698.
ST. PIERRE, E. (2024). Practices for the “New” in the New Empiricisms, the New Materialisms, and Postqualitative Inquiry. Denzin, N. y Giardina, M. (Eds.) Qualitative Inquiry in Transition—Pasts, Presents, & Futures. Routeledge.
YEDAIDE, M. (2026). Autoetnografiar: ensayos científicos en/de/para un sur global. 1a ed. Universidad Nacional de Mar del Plata.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 María Marta Yedaide

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Aviso de direitos autorais
Comitê Editorial Revista Práxis Educativa:
Declaro que sou o autor do artigo intitulado (nome do artigo), que o mesmo é original e de minha autoria e que não foi publicado anteriormente em qualquer outro formato ou meio. Declaro saber que a revista não me cobrará nenhum tipo de taxa em hipótese alguma, nem receberei qualquer tipo de remuneração monetária.
Caso seja aceito para publicação na Práxis Educacional, autorizo a referida revista a publicá-lo digitalmente e a divulgá-lo em suas redes sociais.
Se o trabalho for publicado, aderi à licença Creative Commons denominada "Atribuição - Compartilhamento Não Comercial pela mesma Licença CC BY-NC-SA", por meio da qual é permitido copiar, reproduzir, distribuir, comunicar publicamente o trabalho e gerar trabalhos derivados , desde que o autor original seja citado e reconhecido. Esta licença está em uso desde setembro de 2018. Em 2016 foi aderido ao CC BY NC ND 4.0; e nos anos de 2017 e 2018 (janeiro-agosto) CC BY NC 4.0.
Esta licença CC BY-NC-SA Share Alike não permite, entretanto, o uso comercial da obra. Como autor, a revista poderá estabelecer acordos adicionais para a distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado na revista, permite-me autoarquivar os artigos publicados, na sua versão post-print, em repositórios institucionais, temáticos , páginas web pessoais ou qualquer outro uso relevante. com o reconhecimento de ter sido publicado pela primeira vez nesta revista.
SA Práxis Educacional adere à DORA (Declaração sobre Avaliação de Pesquisa) assinada em São Francisco, Califórnia, em 16 de dezembro de 2012, e à Declaração do México (Declaração Conjunta LATINDEX - REDALYC - CLACSO - IBICT).





_(1)2.png)


3.png)











_(2).png)






2.jpg)







