Los Cachorros e seu dispositivo imaginario de poder
DOI:
https://doi.org/10.19137/anclajes-2026-3022Palavras-chave:
Mario Vargas Llosa, literatura peruana, Crítica literária, Panóptico, século XXResumo
A sociedade disciplinar proposta por Foucault e sua transposição para o universo narrativo permitem evidenciar a cidade panóptica presente no romance realista e o modo como esta se reconfigura posteriormente no romance contemporâneo, a partir das transformações na sociedade moderna. Los Cachorros (1967), de Mario Vargas Llosa, constitui, sem dúvida, um exemplo do aperfeiçoamento que se produz nas disciplinas sociais, por meio do qual os sujeitos que iniciam o seu processo de “aprendizagem” não apenas se transformam em corpos dóceis, como também adotam o dispositivo imaginário de poder como uma extensão de seu próprio ser.
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