Espacios, demografía y enfermedades africanas, Río de Janeiro, 1810-1840: propuestas digitales
DOI:
https://doi.org/10.19137/qs.v30i2.9727Palabras clave:
esclavitud africana , mortalidad, enfermedades, cartografíaResumen
En este artículo se analizaron los patrones de mortalidad de la población africanas esclavizadas en Río de Janeiro, articulando sus identidades, los tipos de enfermedades y las conexiones con las calles y la cartografía urbana de la ciudad de Río de Janeiro. A partir de una propuesta de Humanidades Digitales, se realizó un ejercicio metodológico sobre los espacios y lugares donde se vendía a la población esclava y los indicadores de enfermedad y mortalidad. En parte, este estudio dialoga con investigaciones previas sobre la esclavitud urbana en Río de Janeiro en la primera mitad del siglo XIX, basadas también en registros de entierro y fuentes seriadas de la Santa Casa de Misericordia. Los resultados permitieron conectar las tasas de mortalidad no solo con las fluctuaciones del tráfico atlántico, sino también con la cartografía de los entornos urbanos y las identidades y enfermedades de las diferentes generaciones africanas.
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