Instruções para Montar uma Bolha
A gestão do retorno à presencialidade e o trabalho docente em escolas secundárias da região AMBA
DOI:
https://doi.org/10.19137/praxiseducativa-2026-300107Palavras-chave:
ensino médio, bolha de saúde, trabalho docente, equipe de gestão, emoçõesResumo
Este artigo analisa o retorno à presencialidade na Área Metropolitana de Buenos Aires após o isolamento devido à COVID-19, com foco no impacto do modelo de bolhas na organização escolar e no trabalho docente. A partir de uma abordagem sociológica e um trabalho de campo em seis escolas secundárias, revela-se como a simultaneidade entre aulas presenciais e virtuais desestruturou os limites do tempo e espaço de trabalho, gerando uma sobrecarga laboral insustentável. Sob uma perspectiva socioantropológica, também se investiga o papel das emoções, especialmente o medo, na reconfiguração do espaço escolar. O estudo não apenas evidencia as tensões enfrentadas por docentes e gestores escolares, mas também destaca o ceticismo dos professores sobre a eficácia das políticas educacionais, muitas vezes percebidas como um "simulacro" diante das urgências do contexto. Os achados ressaltam a importância de que as políticas educacionais tenham objetivos claros e significados compartilhados para promover transformações sustentáveis no sistema educacional.
Downloads
Referências
Ahmed, S. (2015). La política cultural de las emociones. UNAM-PUEG.
Alucin, S. (2023). Políticas educativas durante la pandemia en el nivel medio. Una mirada sobre el malestar
docente. Praxis Educativa, 27(3), 1-19. https://doi.org/10.19137/praxiseducativa-2023-270310
Anderete Schwal, M. (2022). El confinamiento y la vuelta a clases en Argentina: Relatos de docentes sobre la
desigualdad en pandemia. Texto Livre, 15.
Arroyo, M., Felicioni, S. y Merodo, A. (2022). Alteraciones del trabajo docente en escuelas secundarias del
conurbano. Reconfiguración e incertidumbre. En Educación secundaria, desigualdad, pandemia y
horizontes pospandemia. Puntoaparte.
Ball, S. (2002). Textos, discursos y trayectorias de la política: La teoría estratégica. Páginas, 2, 19-33.
Consejo Federal de Educación. (2020). Resolución CFE n.o 370/2020: Marco de análisis y evaluación de riesgo
epidemiológico. https://www.argentina.gob.ar/sites/default/files/anexo_res_cfe_370_marco_y_eval_if-2020-68356394-a
pn-sgcfeme.pdf
Elias, N. (1990). Cambios en el equilibrio entre el yo y el nosotros. En La sociedad de los individuos (pp. 177-270). Península.
ENCRESPA. (2022). Datos destacados de la encuesta a docentes de nivel secundario—Argentina 2021 (5).
Subred Educación. http://encrespa.web.unq.edu.ar/2022/06/25/informe-n5/
Goffman, E. (2001). Internados. Ensayos sobre la situación social de los enfermos mentales. Amorrortu.
Iglesias, A., Alterman, D. y Giovanardi, A. (2022). Experiencias docentes en pandemia. Las escuelas secundarias argentinas entre la virtualidad y el desafío del regreso a la presencialidad. Voces de la educación, 217-256.
Le Breton, D. (2010). Ocultando el rostro. En Rostros. Ensayo antropológico (pp. 183-220). Letra Viva.
Matovich, I. y Bucciarelli, M. E. (2021). El regreso a clases 2021: Un análisis de los protocolos provinciales.
CIPPEC. https://www.cippec.org/textual/el-regreso-a-clases-2021-un-analisis-de-los-protocolos-provinciales/
Meo, A. I. y Dabenigno, V. (2021). Teletrabajo docente durante el confinamiento por COVID19 en Argentina.
Condiciones materiales y perspectivas sobre la carga de trabajo, la responsabilidad social y la toma de
decisiones. Revista de Sociología de la Educación-RASE, 14(1), 103. https://doi.org/10.7203/RASE.14.1.18221
Morgade, G. (2020). La pandemia y el trabajo de las mujeres en foco: Acerca del «cuidado» como categoría y
eje de las políticas. En Pensar la educación en tiempos de pandemia: Entre la emergencia, el
compromiso y la espera. UNIPE.
Natanson, J. (enero de 2021). Qué hacer con los “jóvenes irresponsables”. Le Monde Diplomatique.
Niedzwiecki, D. (2010). Preceptores, de la reproducción normativa a la construcción artesanal de vínculos
[Tesis de maestría]. FLACSO Argentina.
Nobile, M. y Tobeña, V. (2023). Los desafíos de la gestión directiva en pandemia como claves para pensar la
configuración desigual del sistema educativo del nivel secundario en CABA. Cuadernos de Educación,
, 62-74.
Vázquez, M. (2023). “Ahora es nuestro tiempo”. Activismos juveniles en las nuevas derechas durante la
pandemia (Argentina, 2020-2022). IBEROAMERICANA. América Latina - España - Portugal,
-137. https://doi.org/10.18441/IBAM.23.2023.82.117-137
Vommaro, P. (enero de 2021). La juventud como chivo expiatorio. Le Monde Diplomatique.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Gisela Canovas Herrera, Cintia Osorio

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Aviso de direitos autorais
Comitê Editorial Revista Práxis Educativa:
Declaro que sou o autor do artigo intitulado (nome do artigo), que o mesmo é original e de minha autoria e que não foi publicado anteriormente em qualquer outro formato ou meio. Declaro saber que a revista não me cobrará nenhum tipo de taxa em hipótese alguma, nem receberei qualquer tipo de remuneração monetária.
Caso seja aceito para publicação na Práxis Educacional, autorizo a referida revista a publicá-lo digitalmente e a divulgá-lo em suas redes sociais.
Se o trabalho for publicado, aderi à licença Creative Commons denominada "Atribuição - Compartilhamento Não Comercial pela mesma Licença CC BY-NC-SA", por meio da qual é permitido copiar, reproduzir, distribuir, comunicar publicamente o trabalho e gerar trabalhos derivados , desde que o autor original seja citado e reconhecido. Esta licença está em uso desde setembro de 2018. Em 2016 foi aderido ao CC BY NC ND 4.0; e nos anos de 2017 e 2018 (janeiro-agosto) CC BY NC 4.0.
Esta licença CC BY-NC-SA Share Alike não permite, entretanto, o uso comercial da obra. Como autor, a revista poderá estabelecer acordos adicionais para a distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado na revista, permite-me autoarquivar os artigos publicados, na sua versão post-print, em repositórios institucionais, temáticos , páginas web pessoais ou qualquer outro uso relevante. com o reconhecimento de ter sido publicado pela primeira vez nesta revista.
SA Práxis Educacional adere à DORA (Declaração sobre Avaliação de Pesquisa) assinada em São Francisco, Califórnia, em 16 de dezembro de 2012, e à Declaração do México (Declaração Conjunta LATINDEX - REDALYC - CLACSO - IBICT).





_(1)2.png)


3.png)











_(2).png)






2.jpg)







