Suplemento de investigação. “Entre nós dois: sem intermediários” (Vestíbulo interior)
DOI:
https://doi.org/10.19137/praxiseducativa-2026-300102Palavras-chave:
Sala de aula global/Capital global, disputas historiográficas e silêncios na construção do Estado,, genealogias do sistema educacional, pedagogia secular, feminina, estatal e republicana.Resumo
Este artigo propõe uma reinterpretação crítica das origens do sistema de ensino público argentino, com foco em
um componente que a historiografia dominante tornou invisível: a influência do “caminho protestante” e a
chegada de professores americanos, convocados por Domingo F. Sarmiento no século XIX, para reorganizar o
sistema educacional. A hipótese central é que o sistema de ensino público não nasceu como um instrumento de
disciplina estatal, mas sim como uma experiência de cooperação, soberania popular, democracia, laicidade,
republicanismo e prefiguração feminista. Herdeiros da Reforma Protestante, do pensamento de Comenius e da
Revolução Inglesa, ele transcendeu os marcos liberais, católicos e culturais de um Estado nascente que, tanto
imediata quanto posteriormente, buscou discipliná-lo. Metodologicamente, o artigo combina história global,
micro-história e genealogia crítica, concluindo que a invisibilidade do caminho protestante constituiu uma
operação ativa de fechamento simbólico, e seu desmantelamento contribui para a reparação historiográfica desse
significado inicial
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